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Como aprender com o tempo

  • 3 de abr. de 2024
  • 2 min de leitura

Atualizado: 3 de abr. de 2024


pintura de varios relogios derretendo
Salvador Dalí: A persistência da memória, 1931. Kumachenkova/Shutterstock.com

A fugacidade do tempo é percebida por todos nós, a sensação de começar a semana, e logo já estarmos celebrando que a sexta-feira se aproxima, tem sido cada vez mais comum. Iniciamos o mês de abril e, com ele, o fim de um ciclo: o primeiro trimestre do ano.


Propus uma interação em meu perfil no instagram, dizendo para as pessoas compartilharem qual é a palavra que define esse primeiro momento do ano. E percebi que muitas pessoas trouxeram adjetivos pesados, tristes e desesperançosos. 


A escolha do título do texto de hoje tem a ver com isso, uma vez que o tempo é preenchido por nossas ações, atitudes e escolhas. Então, podemos, diante do saldo positivo ou negativo do que foi vivenciado neste primeiro trimestre, aprender com o tempo, ou melhor dizendo, com tudo que nós fizemos com o tempo.


Por isso, quero propor aqui algumas possibilidades, uma vez que somos responsáveis por nossas vidas, é interessante que paremos para pensar sobre ela. Notoriamente, deixamos isso para dezembro ou para algum momento de luto, em que o fim é escancarado. Concorda comigo?! 


Considero extremamente estratégico parar ao longo do ano e avaliar como está sendo a jornada, para que, assim, sejam evitados acúmulos de situações e transtornos evitáveis. Diante disso, estas sugestões cabem para todo momento em que você quiser pensar sobre por onde passou (passado), onde está (presente) e aonde quer chegar (futuro). 


  • Faça uma lista das lições aprendidas: anote o que você fez que deu certo e o que você fez que não deu certo. (passado)

  • proponha novas ações diante do que não deu certo e se recompense por aquilo que deu certo. (presente)

  • planeje, a curto e médio prazos, como você quer estar. (futuro)

Essas sugestões podem ser aplicadas pensando em cada área da sua vida, como: familiar, financeira, relacionamento, profissional, espiritual, saúde, lazer e várias outras. Percebo que, por termos uma vida com tantas demandas e complexidades é que não dedicamos tempo para reaver as coisas que estão acontecendo, e é exatamente nisso que pecamos com nós mesmos, gerando frustrações e desconexão com nosso propósito de vida. 


Para concluir, leve em consideração que você é responsável por sua vida e é melhor aprender com ela do que se colocar no lugar de vítima. 


Comece esse movimento hoje!



1 comentário

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04 de abr. de 2024
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Kamilla, o texto está maravilhoso e bem pertinente. É uma grande verdade, desde os escritores clássicos aos modernos, a fugacidade do tempo sempre esteve em evidência. A consciência de que precisamos aprender a lidar com o tempo a nosso fazer é fundamental. Continue escrevendo, levando-nos a refletir...

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